1 Crônicas 12:8, 14-15 NVI

 

Os Gaditas

 

Da tribo de Gade alguns aliaram-se a Davi em sua fortaleza no deserto. Eram guerreiros corajosos, prontos para o combate, e sabiam lutar com escudo e com lança. Tinham a bravura de um leão e eram ágeis como gazelas nos montes. Todos esses de Gade eram chefes de exército; o menor valia por cem, e o maior enfrentava mil. Foram eles que atravessaram o Jordão no primeiro mês do ano, quando o rio transborda em todas as suas margens, e puseram em fuga todos os que moravam nos vales, a leste e a oeste.

1 Crônicas 12:8, 14-15 NVI

 

1.     Da tribo de Gade alguns

1.1. aliaram-se a Davi

1.1.1.   em sua fortaleza no deserto.

2.     Eram

2.1. guerreiros corajosos,

2.2. prontos para o combate, e

2.3. sabiam lutar

2.3.1.   com escudo e

2.3.2.   com lança.

3.     Tinham

3.1. a bravura de um leão e

3.2. eram ágeis como gazelas nos montes.

4.     Todos esses de Gade eram

4.1. chefes de exército;

4.2. o menor valia por cem, e

4.3. o maior enfrentava mil.

5.     Foram eles que

5.1. atravessaram o Jordão no primeiro mês do ano, quando o rio transborda em todas as suas margens, e

5.2. puseram em fuga todos os que moravam nos vales, a leste e a oeste.

 

1 - Qual ajuda Davi recebeu?

Da tribo de Gade alguns aliaram-se a Davi em sua fortaleza no deserto.

 

2 – Quais eram os atributos deles?

Eram guerreiros corajosos, prontos para o combate, e sabiam lutar com escudo e com lança.

 

3 – Quais eram suas habilidades?

Tinham a bravura de um leão e eram ágeis como gazelas nos montes.

 

4 – Quais eram as credenciais desses homens?

Todos esses de Gade eram chefes de exército; o menor valia por cem, e o maior enfrentava mil.

 

5 – Quais forma seus feitos, relatados no texto?

Foram eles que atravessaram o Jordão no primeiro mês do ano, quando o rio transborda em todas as suas margens, e puseram em fuga todos os que moravam nos vales, a leste e a oeste.

 

 

 

Texto complementar

 

Introdução:

 

Gade nasce debaixo do discurso da maldição que visita até cinco gerações – a idolatria.

 

1ª Maldição

 

Gade foi o sétimo filho de Jacó. “Zilpa, serva de Lia, deu a Jacó um filho. Disse Lia: Afortunada! E lhe chamou Gade” (Gênesis 30: 10-11). A princípio, pela idolatria de Zilpa, o filho da serva de Lia recebia um nome em louvor a deusa cananita para a prosperidade (“a deusa da fortuna” – Is. 65:11) . Gades, assim, quer dizer: boa fortuna (bem afortunado), e gadita quer dizer próspero aquele que tem o dom da fortuna. Esse filho de número 7 de Jacó, teve também 7 filhos (Gn.46:16), que governaram 7 clãs.

 

2ª Maldição

 

Jacó ainda pronunciou outra maldição, de que ele seria perseguido por tropas de guerrilheiros, mas também disse, que por fim ele os perseguiria ("Gade será atacado por um bando, mas é ele que o atacará e o perseguirá. Gênesis 49:19).

 

O 1°Antídoto profético

 

Essa maldição foi cancelada na bênção de Moisés: “A respeito de Gade disse: "Bendito é aquele que amplia os domínios de Gade! Gade fica à espreita como um leão; despedaça um braço e também a cabeça. Escolheu para si o melhor; a porção do líder lhe foi reservada. Tornou-se o chefe do povo e executou a justa vontade do Senhor e os seus juízos sobre Israel". Deuteronômio 33:20,21

 

A tribo que descende de Gade toma posse de um território e ele é dividido em 7 clãs, pois cada um de seus filhos se tornou príncipe de um território (Nm. 26:15-18). Tinha no comando de sua tribo Eliasafe, comandante e representante.

Apesar de ter suprido espias para Canaã, declinou à herança recebendo juntamente com Rubem e a meia tribo de Manasses, o território da Cisjordânia. Ali, conquistaram cidades e as reedificaram (Nm.32:34-38).

 

3ª Maldição

 

Vemos no capítulo 22:1-8 do livro de Josué, que o propósito do coração de Gade, Rubem e Manassés era o de ajudar aos seus irmãos. Mas, quando lemos do versículo 9 ao 34, vemos que um incidente trouxe feridas de acusações de infidelidade e divisão entre eles. (O altar memorial)

Uma atitude mal interpretada pode trazer o desconforto de uma divisão, respaldadas por textos, onde as experiências bíblicas tornam-se argumento de acusação.

Apesar de Finéias, filho do sacerdote ter assegurado que o Senhor estava com eles, que o seu altar era um modelo de fidelidade e não de divisão, essas tribos ficariam distante dos assuntos de Israel e Judá, tornando-se até mesmo em território de refúgio nos dias que Saul perseguia a Davi (I Samuel 13:7).

Nesse tempo, gaditas e outros se somaram ao fugitivo Davi e lhe deram suporte até que ele se tornasse o primeiro rei e líder da única dinastia que governou sobre as 12 tribos e com 12 príncipes (I Cronicas. 12:1,8-15, 37,38).

 

O 2°Antídoto profético

 

Quando chegamos à altura do texto do primeiro livro de Crônicas, percebemos o que a unção gadita fez com seu povo e com o fugitivo Davi:

– Gade se uniu a Davi quando ele era um fugitivo na terra, e ficou com ele até que se tornasse o rei mais importante e poderoso de seus dias;

– Gade deu refúgio a Davi e aos seus também perseguidos “candidatos” a valentes;

– Gade se uniu a Davi no deserto, e transformou com sua fidelidade e bravura, a caverna da vergonha e da dívida, na “fortaleza do deserto” .

– Os bravos de Gades estavam dispostos a darem suas vidas, por amor a Davi (a água do poço da entrada de Belém);

– Os gaditas tornaram-se administradores de todos os negócios do rei e da casa do Senhor: I Cronicas 26:32

 “Seus irmãos, homens valentes, dois mil e setecentos, chefes das famílias; e o rei Davi os constituiu sobre os rubenitas, os gaditas e a meia tribo dos manassitas, para todos os negócios de Deus e para todos os negócios do rei”. Uma unção de empresariado empreendedor, que é um referencial para os negócios de Deus e os negócios temporais.

Vemos que, ainda que Gades tenha recebido o seu nome por uma motivação equivocada de sua mãe, a serva da esposa não desejada, Deus converte a vergonha em dupla honra, a proposta do caos na realidade profética redentiva.

A unção do Gadita é a unção para a conquista e restauração de territórios. Territórios amaldiçoados pela idolatria tornar-se-ão o epicentro de avivamentos!

A unção do Gadita vem com o escudo da fé e a ponta de lança profética, que fará conquistar primeiro.

A unção do Gadita lhe dá rosto de leão no momento da peleja.

A unção do Gadita lhe dá pés de corça no momento do livramento. Em En-Gedi, Davi recebeu essa unção quando era perseguido pelos exércitos de Saul, e saltou sobre as pedras e aquele lugar passou a se chamar “rocha de livramento” .

A unção do Gadita que maximiza a conquista faz com que o menor tenha o valor de 100 valentes e o maior valha por mil. Conquistadores de centenas e de milhares! “O menor virá a ser mil, e o mínimo uma nação forte” (Isaias 60:22).

A unção do Gadita é uma unção administrativa e de prosperidade.

A unção do Gadita adestra e equipa um verdadeiro exército de valentes.

 

 A unção do gadita será liberada sobre você, convertendo toda fortaleza de dívida e perseguição, em uma fortaleza intransponível.

 

Com os gaditas, Davi conquistaria a fortaleza dos Jebuseus, edificaria um altar na antiga eira de Araúna, e selaria assim, a sua prosperidade (II Samuel 24:10-25). Ali, depois de advertido por um profeta Gadita, Davi converte a maldição em bênção, não permitindo que a avareza lhe impedisse de pagar um alto preço, por sua oferta no altar do Senhor.

A unção do Gadita arrancará de nosso coração todo sentimento de autocomiseração, de necessidade, todo espírito de ‘vítima’ e nos dirá que somos prósperos e capazes.

 Assim como os Gaditas atenderam o chamado de Davi e vieram com escudo, lança e espada, expressão do leão em ataque e o ajudaram a conquistar e consolidar seu reino, Jesus convoca a sua Igreja para uma batalha ferrenha, onde muitos estão tombando: crianças, jovens e adolescentes, pais de família, obreiros e ministros tombados vitimados pela ação do inimigo.

 

A trombeta soou no cume do monte tocada pelo arcanjo convocando os Gaditas novamente à batalha. Eles atravessarão o Jordão mais uma vez e virão à peleja?

 

Se vierem, a vitória é certa. Mas, quem são os Gaditas desta geração? Todo aquele que acreditar que a mesma unção que o Senhor derramou sobre eles: De conquista, de impor terror ao inimigo, de coragem e ousadia, pode ser derramada sobre a sua vida para conquistar.

 

Mas, a trombeta está convocando os gaditas deste tempo a qual conquista?

 - A conquista de vidas para nosso Senhor.

 

Assim como os gaditas ao vencerem batalhas traziam os despojos para Davi, seu senhor, da mesma forma, só vencemos de fato batalhas espirituais quando trazemos os despojos para Jesus, as vidas salvas, ilesas das garras do exército inimigo.

 

O leão arrebata a presa das garras de qualquer predador. Pense nisso!

 

(Texto complementar extraído do site: https://ibmontesiao.org/2012/12/04/1841/ )

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